Eleito governador do Estado para os próximos quatro anos, Mauro Mendes (DEM) encerrou sua campanha eleitoral com pouco mais de R$ 5,5 milhões em despesas contratadas.
O democrata teve 840.094 votos já no primeiro turno da eleição. Significa dizer que cada voto recebido por ele custou R$ 6,55. As despesas de Mendes ficaram próximas do teto estipulado pela legislação, de R$ 5,6 milhões.
A prestação de contas de campanha final foi entregue pelo candidato à Justiça Eleitoral no último dia 6. O relatório detalha que os maiores gastos de Mendes foram com produção de programas de rádio e televisão, além de produção de vídeos. Esses serviços somam mais de R$ 2,5 milhões.
Também são listados R$ 542 mil em serviços prestados por terceiros; R$ 471 mil com atividades de militância e R$ 343 mil em despesas com transporte e deslocamento, por exemplo. O democrata também investiu R$ 388 mil com publicidade por materiais impressos e despendeu outros R$ 150 mil para realização de pesquisas e testes eleitorais.
Doações - Em doações, o governador eleito recebeu pouco mais de R$ 4,1 milhões. Do montante, mais da metade foi feita pelo seu partido. A direção nacional do DEM doou R$ 2 milhões para Mendes, enquanto que a direção estadual investiu R$ 267 mil. O ex-prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta (PDT) – que concorreu como vice-governador pela chapa de Mendes, é o maior doador entre pessoas físicas. Ao todo, ele doou R$ 867 mil. “No vermelho” - A prestação de contas final de Mendes mostra um déficit de pouco mais de R$ 1,3 milhão.
Autor:Redação AMZ Noticias